quinta-feira, 21 de agosto de 2008


Nas relações entre uma alma e outra,
através de coisas tão incertas e divergentes
como as palavras comuns e os gestos que se empreendem,
são matéria de estranha complexidade.
Na própria arte em que nos conhecemos, nos desconhecemos.
Dizem os dois “amo-te” ou pensam-no e sentem-no por troca,
e cada um quer dizer uma idéia diferente,
uma vida diferente, até porventura,
uma cor ou um aroma diferente,
na soma abstrata de impressões que constituía atividade da alma.

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Quem sou eu

SP, SP, Brazil
Não temo dizer o que sou. Até diria...se soubesse! Até diria...se conseguisse provar que mudo todos os dias pra garantir minha autenticidade. Não temo largar as palavras, ao invés das mãos. Não temo abrir o livro da minha vida aos poucos que fazem ¿ realmente - parte dela...e claro, dentre esses, aos que gostam de ler...rs. Desacredito que podemos ser o que quisermos...na verdade, queremos ser o que pudermos. A informação valiosa é: podemos muito! Não sou igual a ninguém e ninguém é igual a mim. Nisso, todos somos iguais! ******************